terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cortando o deserto de Néguev, com a câmera na mão e o coração batendo forte



As garotas na sacada do hotel em Tel Aviv, esperando os meninos que foram trocar o carro. Hoje, tivemos a primeira baixa : Teteca que, muito gentilmente, veio nos fazer companhia só por 3 dias e voltou pra casa, em Genebra. Pegamos um carro legal, cheio de nove horas e descemos pra conhecer o Deserto de Néguev, rumo a Eilat.


Nil chegando com o carro pra gente cair de novo na estrada.


O GPS do outro carro era doidim...se desnorteava à toa.Tanto que, o dono da agência, deu um desconto pra gente. Este é chic, fala com a gente, tem paciência quando erramos, e informou direitim o nosso destino.


E, depois de tudo ajeitado, rumamos pro sul de Israel, rumo a Eilat, cidade que faz fronteira com a Jordânia e o Egito. (usaremos as duas). Começamos amanhã pela Jordânia. Petra nos aguarda!


Parada pra esticar as pernas, e topei com um monte de pardais tão folgados como os nossos daí. Nem se importaram deu me aproximar pra fotografar. Por pouco não fazem pose.


 Prisão é prisão em qualquer lugar do mundo; só mudam os hóspedes. Fui vendo esse prédio e fotografei, achando que poderia ser uma prisão. Não deu outra. Até agora, não teve um só lugar neste país que a gente não pudesse fotografar. Desde o aeroporto, até aqui no deserto, passando por igrejas, revistas, check point, tudo. Pode fotografar à vontade.


Casas no meio do deserto. Parece um condomínio. O teto é reto porque, no verão, quando o calor fica demais, todo mundo pega seu colchonete e vai dormir no terraço porque é mais fresco.


As fotos não fazem jus (sempre quis falar isso...he..he..) ao que vi. As cores das montanhas são muitas. O sol batendo então, faz mudar tudo a cada minuto. Vimos até um arco-íris. Tentei fotografar, mas ele tava longe e não deu pra ver direito.



O Deserto de Néguev representa 62% do Estado de Israel, mas abriga somente 10% de sua população. Os canyons são lindíssimos, as cores, as montanhas, morada de beduinos, camelos, crateras. Uma maravilha!


Como já disse aqui, o por-do-sol mais lindo que já vi na minha vida foi no Iraque. Este país não fica atrás. A gente acaba tirando mil fotos que podem parecer iguais, mas, quando vemos a olho nu, as cores fazem uma grande diferença.


Chegamos em Eilat e, logo na entrada, um enorme restaurante : El Gaucho. No hotel, a recepcionista, super simpática e sorridente, disse que ele é legal, mas tem melhor ainda : dois restaurantes brasileiros. A negada já tá salivando pra comer carne. E lá vou eu cumprir o meu destino de comer salada, sentindo o cheiro de carne.
O que não fazemos pelos amigos!

2 comentários:

Anônimo disse...

Même une photo de toi, je me demandais s'ils ne t"avaient pas perdue
avec Thérésa vous devez vous régaler, vous avez l' air de deux gamines à qui ont a donné un jouet longtemps convoité
je ne connais pas les autres donc pas de commentaire
continuez à vous faire plaisir, je voyage avec vous beijos

Maga. disse...

Ô Iêda, apareça tb em pelo menos uma foto, queremos ver a sua satisfação estampada no rosto,(parece letra de música)heheheh.
Bons passeios proces
bjim

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